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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Adeus Lemmy...

29.12.15. Lemmy se foi. Completou 70 anos e se foi. Você pode questionar a vida que ele levava. Mulheres, bebidas, uma "vida regressa". Vá lá... Você tem os seus princípios e julga da maneira que achar melhor. Eu prefiro relevar isso tudo e ressaltar a sua autenticidade. Lemmy Kilmister não fez média com ninguém... Não cedeu a manipulação de gravadoras para vender mais, amaciar o seu som ou baixá-lo em shows. Ele trás na sua história recordes de decibéis. Quando a moda era ser mais sexy... Ele tocou rocknroll alto, como se propôs a vida toda e terminou fazendo. "We are Motorhead. We play rock´n´roll". Era a sua frase de entrada e saída dos concertos. Simples assim. Simples como a sua música de poucos acordes, como a sua vida sem grandes luxos, carrões foderosos ou mansões intangíveis... Grandes fãs de mega bandas não terão 10% da sua moral no meio em que vive, apenas porque ele abria mão de tudo para ser ele mesmo. O homem era 60% talento, 40% atitude e 100% rock. Como disse Tony Iommi em sua triste publicação na página oficial: "Lemmy era um grande amigo. Um homem dedicado aos seus fãs a vida inteira". A vida terrestre se foi, mas Ian Fraiser Kilmister entra para a história da música como um dos mais importantes baluartes do rock. Um rei simples que obtém, neste momento, aquilo que qualquer um súdito sonha. Ser imortal.
Lemmy está eternizado pelos seus fãs


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Esse é o cara!

Tony Iommi perdeu os dedos trabalhando na Inglaterra

Boa noite cambada. Vcs chorando ae as pitanga e enquanto isso, o Deus dos black metal tudo. O cara que mais fez riff metal na galáxia... Botava uns dedo fake pra esmerilhar uma Gibson SG. ‪#‎Respect‬ ! Foto cortesia da fanpage: Amazing pics

domingo, 15 de março de 2015

A Voz e a guetarreira!


Um grande disco de hard rock dos anos 2000 "Fused" com o fantástico Glenn Hughes não é  a invenção da roda. Decididamente. Mas roda fácil, fácil. 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

45 anos da obra prima que mudou o rock pesado!

O mais influente disco do heavy metal completa 45 anos

Há exatos 45 anos atrás, seria lançado aquele que é considerado o disco mais influente e icônico da história do heavy metal. Em janeiro de 1970, o quarteto composto por Ozzy Osbourne (vocalista), Tony Iommi (guitarrista), Geezer Butler (baixista) e Bill Ward (baterista), entrariam em estúdio para gravar e mixar as sete faixas que apareceriam em seu primeiro LP.
Diz o guitarrista Tony Iommi: "Entramos no estúdio e fizemos tudo num dia só: tocamos nosso repertório daquele tempo e pronto. Achamos até que um dia era tempo demais, então viajamos no dia seguinte para tocar na Suíça por um cachê de 20 libras". Iommi lembra que gravaram ao vivo: "Pensamos assim: 'Temos dois dias para fazer tudo, e um dia é só para a mixagem.' Então tocamos ao vivo. Ozzy cantava ao mesmo tempo; nós o pusemos num canto separado e fomos em frente. Nunca fizemos uma segunda versão da maior parte do material".

O moinho de água onde ficou a bruxa da capa

A banda recebeu cerca de 600 libras pelo seu primeiro trabalho e foi lançado no dia 13 de fevereiro de 1970, o álbum "Black Sabbath" chegou ao Top Ten das paradas britânicas. A faixa título, considerada o clássico absoluto do Sabbath, o primeiro heavy metal da história, uma das melhores aberturas de álbum de estreia de todos os tempos... são muitos os slogans apropriados para esta obra-prima. Também é desta música um dos riffs mais sinistros já compostos por um guitarrista - uma simples tríade de notas iniciada em sol que culmina em uma bem colocada quinta diminuta, crucial para reforçar a sonoridade assombrada da faixa. Para muitos fãs, esta é a representação perfeita da genialidade de Tony Iommi com sua Gibson SG. Até hoje, o disco é conhecido pelas lendas que o envolvem, seja pela suposta bruxa à frente do Moinho de Mapledurham Watermill, à beira do Rio Tâmisa em Oxfordshire, Inglaterra, cujo fotógrafo é creditado apenas como KEEF, além do crucifixo invertido na contracapa original e um texto que supostamente evoca espíritos e bruxaria, seja pelo conteúdo obscuro das letras, propostas estas, que levaram a banda a sofrer numerosas críticas; os mais conservadores os acusavam de promover o "satanismo" e isso costumava alimentar reprovação de grande parte da opinião pública.
Os quatro rapazes responsáveis por esta obra prima

No entanto, essas polêmicas só contribuíram ainda mais para o sucesso que o Black Sabbath conquistou com sua grande audiência de jovens. O disco foi alvo de críticas ferrenhas pelas revistas especializadas na época. Contudo, “Black Sabbath” (com sua introdução arrepiante de chuva e o riff poderoso de Iommi), “The Wizard” (cheia de quebradas em seu andamento e Ozzy mandando ver na harmônica), “Behind The Wall Of Sleep”, “N.I.B.” (com direito a introdução com solo de baixo), “Evil Woman” (cover), “Sleeping Village” (com clima ‘faroeste’ no começo), “The Warning” (cheia de improvisações e um solo arrasador de Iommi) e “Wicked World” (canção do primeiro single junto com ‘Evil Woman’), fazem história até hoje. Fonte: Whiplash